Homicidio GNR e PSPUm militar da GNR de 24 anos, um agente da PSP que estava à civil e o seu filho, de 23 anos, foram mortos, este sábado, num tiroteio na Quinta do Conde, em Sesimbra. O homicida está internado em estado crítico.

O alerta foi dado às 17.14 horas. O tiroteio ocorreu na sequência de uma rixa entre duas famílias, que envolveu dois indivíduos. Testemunhas no local revelaram a existência de desentendimentos entre vizinhos devido a um cão.

O pedido de auxílio por parte de um dos envolvidos motivou a ida do militar da GNR, de 24 anos, até à zona do desacato e depois até à casa do agressor e foi nessa altura que ocorreram os disparos de caçadeira.

O agente da PSP estava à civil, mas apercebeu-se do desacato e tentou ajudar. O seu filho, de 23 anos, Diogo Pereira, foi atingido a tiro e encaminhado para o hospital de Setúbal, onde acabou por falecer. O agente fazia parte do corpo de motoristas de Passos Coelho.

Em declarações aos jornalistas, um responsável da GNR indicou que o homicida ficou ferido na sequência de uma tentativa de suicídio e foi hospitalizado, encontrando-se fora de perigo. Segundo residentes no local, o homicida tem 77 anos e é avô de Liliana Filipa, concorrente do “reality show” da TVI “Casa dos Segredos 5”.

Estão no local bombeiros de Sesimbra, Barreiro e meios do INEM.


Suicidou-se esta madrugada de sábado um guarda prisional do Estabelecimento Prisional de Alcoentre enquanto estava ao serviço, na torre de vigia. Ao que o Notícias ao Minuto apurou, o homem, de 37 anos de idade, foi descoberto por colegas por volta das 4 horas.

O guarda prisional terá deixado uma mensagem na rede social Facebook, por volta das 2 horas da manhã, que deixou os seus colegas em alerta. Depois de uma visita a sua residência, os colegas, apercebendo-se que estaria de serviço, acionaram o pessoal de serviço no estabelecimento. Mas já não foram a tempo. Foi encontrada uma carta de despedida.

“O colega infelizmente pôs termo à vida. Andava abatido há bastante tempo”, adiantou fonte do Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional (SICGP).

Guarda prisional por tras de vidroA mesma fonte acrescentou, ressalvando que ainda não se sabem informações oficiais, que o profissional se debatia com algumas questões de “pressão profissional”, ligadas à exigência da sua profissão.

“O Corpo de Guardas Prisionais é uma profissão sujeita a muita pressão”, explicou a mesma fonte, sublinhando que o homem tinha sido colocado na torre de vigia há pouco tempo.

“Existe pressão para efetuar o trabalho com muito menos pessoal do que é necessário”, adiantou, sublinhando que esta rotina acaba por ter o seu impacto “mais a nível psíquico do que físico” e que “se não houver um apoio, alguém que ajuda a fazer essa descompressão” a situação dificulta-se.

“Nem queria acreditar”, indicou a fonte, revelando que o homem era “uma pessoa muito pacata”.

A Direção-geral dos Serviços Prisionais (DGSP) e o Estabelecimento Prisional de Alcoentre não prestaram declarações.


Cartoon cofreÉ o segundo assalto a uma cadeia numa semana. Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional alerta para a falta de guardas.

A cadeia de Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos, foi assalta durante a noite. O alvo foi a secção de contabilidade dos serviços admnistrativos, tendo sido levado um cofre que estava desativado, ou seja, vazio.

A Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais explicou, segundo a SIC Notícias, que a vigilância da área é feita de forma descontinuada e o Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional alerta para a falta de guardas. A estação de Carnaxide avança mesmo que apenas duas torres funcionam com segurança continuada.

“Mais importante do que o que levaram é o que acabou por acontecer. Falamos de um estabelecimento prisional que devia ter segurança para dentro e para fora, ou seja, o sistema dos serviços prisionais devem estar preocupados em evitar a fuga dos reclusos e impedir a entrada das pessoas exteriores ao estabelecimento prisional”, salientou Jorge Alves, do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional.

Este foi o segundo roubo numa cadeia na última semana, depois dos serviços de administrativos da cadeia de Leiria terem sido assaltados.

Jorge Alves disse que “a Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais não tem planos para combater este tipo de situação, que pode acontecer, mas continua a ser ignorada”.

Há reclusos que vendem comprimidos nas prisões a um euro

Posted: 28 de Abril de 2015 by António Lima in Noticias

O Relatório Anual de Segurança Interna só fala em cocaína, heroína e haxixe, mas guardas prisionais sabem que há outras formas de consumo na prisão. Defendem que Direção Geral devia estudar o tema.

Há reclusos que escondem debaixo da língua comprimidos que lhes são dados nas enfermarias das prisões e que, depois, os vendem a outros reclusos. Além da medicação, os guardas prisionais sabem que há outros tipos de droga que entram no meio prisional e que não estão refletidos no Relatório Anual de Segurança Interna, que dá conta da apreensão de cocaína, heroína e haxixe. Por isso pedem que a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) faça um retrato do que se está a passar nas cadeias portuguesas.

“A Direção Geral não conhece os seus reclusos. Sendo um sistema que privilegia a reinserção das pessoas devia saber que tipo de drogas consomem”, diz ao Observador Jorge Alves, presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional.

Segundo o responsável, há reclusos que são medicados nas enfermarias das cadeias com “serenal”, um relaxante, e que depois escondem o comprimido debaixo da língua para o venderem a um euro a outros reclusos. “Tem um efeito calmante menos depressivo do que a heroína”, diz Jorge Alves.

Atualmente só os reclusos que aceitem tratar-se e ser sujeitos a um tratamento com metadona são submetidos a testes de controlo, “e é um número reduzido”. Todos os outros reclusos escapam aos testes de controlo de droga, não se conseguindo perceber os hábitos de consumo da cadeia – tornando assim difícil prevenir e combater a droga dentro das cadeias.

A queixa do sindicato surge na sequência do caso dos oito reclusos da cadeia de Coimbra que foram hospitalizados porque terão consumido “ketamina” – uma droga que provoca alucinações e que é, normalmente, usada para efeitos veterinários. Jorge Alves diz que ele e os colegas ainda não tinham ouvido falar deste tipo de droga no meio prisional, mas recentemente houve um caso na cadeia de Castelo Branco de um recluso que teve sintomas estranhos numa aula e que poderá ter usado esta droga.

“O recluso começou a rir e parecia estar a alucinar. Não se aguentava em pé e teve que ser levado para a enfermaria”, conta. Não era nenhum dos oito que foram hospitalizados. “Se soubéssemos o que estes reclusos tomam eram mais fácil tratá-los”, diz.

O último relatório do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências, relativo a 2013, só faz uma referência a este tipo de droga, quando se refere aos dados do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses. Segundo este instituto, das autópsias feitas na qual se concluiu a morte por overdose, em 91% dos casos foi concluído o consumo de mais de uma substância. E em três casos foi mesmo verificado o uso de “ketamina”.

O Relatório Anual de Segurança Interna, referente a 2014, tem apenas registo de três tipo de drogas que entraram nas prisões: cocaína, heroína e haxixe. No ano passado foram apreendidos mais de seis quilos de haxixe (o que representa mais 35% que em 2013) – a droga mais apreendida. Foram também apreendidos mais de 360 gramas de heroína e 216 de cocaína. O relatório fala ainda na apreensão de 62 seringas e 72 agulhas, normalmente associadas ao uso de esteróides anabolizantes.

Mas como é que estas substâncias entram na cadeia?

Apesar das revistas dos guardas, grande parte da droga chega às cadeias através das visitas que a escondem junto ao corpo ou no interior do corpo. Terá sido assim que a “ketamina” entrou na cadeia de Castelo de Branco, mas Jorge Alves alerta para o facto de, por vezes, não serem os familiares diretos dos reclusos que a vendem a levá-la.

“Por vezes estes reclusos utilizam os familiares de outros reclusos mais fragilizados, seja pela ameaça, pelo pagamento ou pela promessa de, por exemplo, proteção”, diz.

Jorge Alves recorda-se do dia em que, na cadeia de Custoias, viu dois reclusos a esconderem, durante uma visita, “uma substância no ânus”. Mesmo ali, no espaço das visitas. Os reclusos foram obrigados a defecar o que tinham escondido. Era haxixe.

Mas há mais formas de a droga chegar às cadeias. Recentemente, na cadeia de Vale de Judeus, um recluso que recebia tratamento médico no exterior da cadeia foi apanhado com uma cinta com mais de um quilo de haxixe. E não era a primeira vez que o fazia. Antes de estar nesta cadeia, o recluso em causa tinha estado preso em Coimbra e foi transferido depois de ter sido apanhado a entrar com droga e telemóveis. Como? Tinha-os escondido numa prótese que tinha na perna e os telemóveis começaram a tocar no momento em que entrava na cadeia.

Também foi assim que na cadeia do Montijo foi detetado um saco com telemóveis em cima do telhado. “Começaram a tocar”, conta Jorge Alves. Esta é, aliás, outra das técnicas para fazer entrar material ilícito nas cadeias: arremesso de objetos pelos muros. Há material que é detetado a tempo. Outro não. O Observador tentou contactar a Direção Geral da Reinserção e Serviços Prisionais para perceber se existe ou não uma análise a estes comportamentos nas cadeias, mas até ao momento não foi possível chegar à fala com um responsável.

Análises a reclusos dão negativo para ketamina

Posted: 28 de Abril de 2015 by António Lima in Noticias

Um recluso do estabelecimento prisional de Castelo Branco, hospitalizado no domingo juntamente com outros sete, está em “estado muito crítico” e as análises efetuadas àquele grupo de presos deram negativo para uso de “ketamina”.

 Em comunicado, o presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) de Castelo Branco, Vieira Pires, refere que, “hoje, um dos reclusos internados encontra-se em estado muito crítico” e adianta que, “no que às análises efetuadas diz respeito, a única substância confirmada são os canabinoides. É negativa para a ‘ketamina'”.

Segundo este responsável, dois dos reclusos internados no domingo no Hospital Amato Lusitano (HAL) “irão ser transferidos durante a tarde para o Hospital Prisão de Caxias” e dos restantes cinco reclusos “um deles já não precisa de suporte ventilatório”.

Vieira Pires adianta que quatro reclusos “precisarão ainda de cuidados médicos bastante diferenciados, pelo que não se prevê em curto lapso de tempo a sua transferência”.

A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) informou na segunda-feira que a hospitalização dos reclusos da prisão de Castelo Branco está a ser investigada pela Polícia Judiciária de Coimbra e pelo Ministério Público.

Em resposta à agência Lusa, a DGRSP referiu que “os factos ocorridos, ontem [domingo], estão a ser investigados pelo Serviço de Auditoria e Inspeção do Centro, que é coordenado por um magistrado do Ministério Público, estando a investigação criminal a cargo da Polícia Judiciária de Coimbra e do Ministério Público”.

Segundo a nota enviada pela DGRSP, neste momento é “prematuro avançar com quaisquer conclusões sobre os factos que estão a ser investigados e que se encontram, aliás, em segredo de justiça”.

A Procuradoria-Geral da República já abriu um inquérito ao caso ligado à entrada ilegal de substâncias, ainda não identificadas, no Estabelecimento Prisional de Castelo Branco, cujo consumo, no domingo, levou ao internamento de oito reclusos.

Em resposta à Lusa, a PGR informou que a investigação está a decorrer na 1.ª Secção da Procuradoria Local da Comarca de Castelo Branco.

A DGRSP informou no domingo que a causa da hospitalização dos oito reclusos será averiguada para apuramento do tipo e modo de entrada da substância ilícita que os afetou.

“A ocorrência será objeto de averiguação por parte desta direção-geral e será comunicada ao Ministério Público, para apuramento do tipo e modo de entrada no estabelecimento, da substância ilícita que afetou o estado de saúde dos reclusos que a consumiram”, referiu então a DGRSP, em comunicado enviado à Lusa.

Segundo o documento, ao princípio da tarde de domingo, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) foi chamado ao Estabelecimento Prisional de Castelo Branco e transportou oito reclusos, “que apresentavam sinais de doença súbita, resultante do consumo de uma substância ilícita, presumivelmente ‘ketamina'”.


CetaminaA porção de cetamina, um poderoso anestésico conhecido como “tranquilizante de cavalo”, terá sido introduzida por uma visita este domingo de manhã no Estabelecimento Prisional de Castelo Branco. Oito reclusos foram transportados para a urgência com sintomas de intoxicação.

O alerta soou às 13h25, segundo esclareceu o Comando Distrital de Operações de Socorro. À prisão acorreram o corpo local de bombeiros, agentes da PSP e uma equipa de emergência médica. O cenário inspirava grande cuidado. Primeiro, cinco reclusos inconscientes numa cela. Depois, outros três, na mesma ala.

Os homens, com idades compreendidas entre os 24 e os 53 anos, foram de imediato conduzidos para o Hospital Amato Lusitano. Ao final do dia, permaneciam nos cuidados intensivos, com “prognóstico muito reservado”, segundo o presidente do conselho de administração, Vieira Pires.

A Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais informou que os oito reclusos “apresentavam sinais de doença súbita, resultado do consumo de uma substância ilícita, presumivelmente ‘cetamina'”. Esta informação não foi, porém, confirmada por Vieira Pires. “A Direcção-Geral terá dados que nós não temos. As análises seguiram para a Medicina Legal”, esclareceu.

Ao que o PÚBLICO apurou, durante as visitas desta manhã, alguém terá conseguido entrar com uma porção daquela substância, também designada por K, Special K, Super K, Vitamina K, e passá-la a um recluso, que a terá passado a outros sete, que com ele partilhavam a cela ou, pelo menos, a ala.

A confusão seria grande durante a manhã. Os guardas prisionais fizeram greve nos dias 23, 24 e 25. O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional já tinha convocado igual protesto para os dias 16, 17, e 18, exigindo a aplicação do estatuto profissional, que entrou em vigor há mais de um ano e que inclui regulamentação do horário de trabalho, progressões nas carreiras, aprovação dos novos níveis remuneratórios e pagamento do subsídio de turno para quem faz noites.

Conforme diversas vezes teve ocasião de explicar o presidente do sindicato, Jorge Alves, a greve tem afectado as visitas aos reclusos, o transporte não urgente para tribunais e hospitais e o tempo de recreio. A maior afluência verificada no EP de Castelo Branco e noutros não foi, pois, uma surpresa.

A cetamina pode ser inalada, fumada (se misturada com tabaco) ou injectada num músculo (se misturada com um líquido não alcoólico). Ao que tudo indica, os reclusos misturaram-na com água.

Inventada em 1965 pelos laboratórios Parke & Davis, esta substância foi utilizada na Guerra Colonial. Hoje, é mais usada por veterinários, sobretudo, para anestesiar cavalos. Em pequenas doses, também o é por médicos, por exemplo, no parto, quando se faz episiotomia.

Segundo o Observatório das Drogas e da Toxicodependência, as primeiras referências ao consumo recreativo remetem para meados da década de 90. E são cada vez mais os problemas de saúde associados a essa e a outras substâncias psicoactivas com propriedades alucinogénias, anestésicas e sedativas.

O conhecido psiquiatra Luís Patrício tem lidado com alguns consumidores problemáticos. “Os doentes referiram as alterações do pensamento e da percepção da realidade como o sofrimento não desejado que motivou o pedido de ajuda”, diz.

Novas substâncias têm entrado no mercado das drogas legais, tentando tomar o lugar de drogas já controladas. Só no ano passado foram notificadas mais de cem. Entre as drogas em avaliação estava uma nova substância sintética considerada muito perigosa, a AH-7921, sucedânea da cetamina.


Drone cadeiaDrones parecem ser uma das tendências mais fortes do mercado de tecnologia nos últimos anos, se tornando cada vez mais populares com o público. Se originalmente eles eram usados apenas para fazer filmes diferentes, ou para o entretenimento em geral, cada vez mais estamos vendo novas aplicações dessa tecnologia, seja do ponto de vista legal ou ilegal. Essa semana, uma prisão em Bishopville, nos Estados Unidos encontrou um drone caído em seu pátio. O aparelho transportava cigarro, maconha e um celular.

“Era um sistema de entregas”, alega um dos funcionários da prisão. Aparentemente, o sistema não é uma novidade, sendo o quarto caso relatado nos Estados Unidos, com outros casos ao redor do mundo (Inglaterra, Irlanda, Austrália e Canadá). A polícia chegou a investigar os arredores, mas não encontrou quem poderia estar voando com o drone no momento.

É importante lembrar que estes números correspondem somente as tentativas mal sucedidas no uso do Drone, quando estes pequenos helicópteros deram algum tipo de defeito. Na maioria dos casos eles alcançam os seus objetivos e podem fazer das cadeias, um local bem menos seguro para os oficiais que lá trabalham.

As autoridades não tem certeza do que fazer a respeito do problema, já que a legislação não parece ajudar muito nesses casos. Recentemente, até mesmo a Casa Branca teve um drone invadindo o seu perímetro. Como é certamente impossível construir redes em cima de todos os locais sensíveis para evitar essa prática, os especialistas em segurança começaram a pensar em outras medidas mais eficientes.

A melhor solução por enquanto é o “geofencing”, isto é, criar áreas proibidas de voo que já estão predeterminadas na criação do Drone pelo fabricante. O que pode não ser 100% eficiente, na medida em que nem todos desses aparelhos se comunicam com a internet ou com redes de GPS. Apesar disso, esta ainda parece ser a melhor opção, além de leis mais severas para quem sobrevoar áreas estratégicas com um aparelho desses.

Uma das empresas responsáveis pela fabricação de Drones, DJI, alegou que seus modelos mais recentes se tornam inoperantes quando se aproximam de regiões específicas, como alguns quilômetros da Casa Branca. Outras áreas sensíveis são fronteiras entre países e instituições de inteligência.

Apesar disso, deve ser muito difícil para que estas empresas programem restrições de fábricas para todas as prisões do mundo, e sem descontar que nem todas estas estão em locais que o sinal de satélite é alcançável.

Uma organização batizada de “NoFly Zone” foi criada no intuito de que pessoas pudessem se inscrever e colocar seus endereços nas restrições de voo dos drones. Por enquanto, ela é formada apenas por pessoas preocupadas com sua própria privacidade e não possui um apoio institucional concreto que a levaria para de fato restringir estas regiões.