Houve três mil candidatos no concurso aberto para guardas prisionais. No entanto, apenas 226 começam agora o curso. A directora-geral dos Serviços Prisionais assegura tratar-se de um processo «muito rigoroso», o que significa que há diversos candidatos a ficar pelo caminho.
Os futuros guardas «têm pela frente um trabalho árduo e, tendo êxito nesse trabalho, uma profissão muito honrosa e que se encontra num processo de valorização e de crescente prestígio», disse o ministro da Justiça à TSF. Alberto Costa acredita que o anúncio foi feito no tempo o correcto, ainda que em plena campanha.
17:53 – 15-09-2009